domingo, 26 de junho de 2011

Clube Bilderberg para uma nova escravatura?

http://www.gloriainacselsis.com.pt/Clube Bilderberg.pdf

Meus caros licenciandos, leiam o texto e comentem. Estará a realizar-se a profecia de George Orwell? Afinal o Big Brother vai tomando conta das nossas vidas?

Nos Passos de Magalhães

Este video é só a apresentação do programa de Gonçalo Cadilhe no programa em que este segue os Passos Magalhães. De referir que há uma parte passada em Goa. Vale a pena ver.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Portugal, a Hora da Verdade




É um livro escrito por um economista português, chamado Álvaro dos Santos Pereira.
É docente da Simon Fraser University ( Vancover, Canadá), onde lecciona Política Económica e Desenvolvimento Económico.
É autor do blog http://www.desmitos.blogspot.com/
E é o primeiro livro de Economia que me despertou interesse. Vi a capa na Bertrand, e realmente quem estuda Marketing/ Publicidade sabe o que faz, pois as capas de livros são digamos responsavéis também em parte para apelar o consumidor a comprar determinado livro. E neste caso, apresenta uma imagem de Portugal afundar-se, enquanto Espanha está firme na sua plataforma continental! E vejam, eu atraí-me por uma capa que vejo Portugal a afundar-se! Fez com que pegasse no livro e começasse ainda a medo...a desfolhar o livro. Até que fiquei deveras intrigada por não me "assustar" com a linguagem que apresentava o livro. Isto é, uma linguagem completamente acessível para quem seja leigo como eu, no que respeita a leituras desta temática.


Eis alguns exemplos dos capítulos pertencentes à obra:

* A Crise de um Século

*A Grande Recessão Portuguesa

*A Crise das Finanças Públicas

* O Que Fazer para Vencer a Crise Económica Nacional

*Retomar o Sucesso

*Programa deTransparência e anticorrupção

etc etc....

Irei dar um exemplo, no que respeita à promoção da Marca Portugal, como forma de incentivo para exportar o que temos, o autor defende o seguinte:

"Na Grã - Bretanha, no Canadá e noutros países, os produtos agricolas, e alguns produtos industriais, costumam apresentar uma bandeirinha do país (...) ao verem o emblema nacional(...) muitos consumidores optam por comprar o produto nacional.

(...) Nós não o fazemos, não pelo menos de uma forma sistemática. Porquê? (...) continuamos a pensar que colocar uma bandeira nacional num produto português, é ser-se saloio, parolo, pouco desenvolvido. Continuamos a pensar o que é moderno é ser-se europeu e ter vergonha dos símbolos nacionais. Um disparate como é óbvio. Se o fosse, porque é que os países mais avançados o fariam?"

É um exemplo de tantos, que autor faz neste livro como forma de expor várias soluções de como vencer a crise nacional.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

As fontes na História

Real Academia de História espanhola vai alterar entrada sobre Franco no seu dicionário

A polémica entrada relativa a Francisco Franco no recém-editado Diccionario Biográfico Español vai sofrer alterações na versão digital, que ainda não tem data de publicação, anunciou a Real Academia de História espanhola. O assunto, notícia o “El País”, será discutido nesta sexta-feira numa reunião dos responsáveis da Academia, que emitiu entretanto um comunicado reconhecendo que algumas entradas precisam de ser revistas.

“Pode haver, sem dúvida, um subconjunto de entradas que necessite, perante o debate, de uma revisão historiográfica e editorial, susceptível de ser integrada de forma rápida na edição digital e em posteriores edições em papel”, diz o comunicado, citado pelo “El Mundo”. A Academia explica ainda que “as biografias são da responsabilidade dos seus autores” e que a instituição não as quis modificar “embora, por vezes, houvesse discrepâncias em relação ao conteúdo delas”. Mas defende-se garantindo que os seus membros “actuaram sempre […] com total independência, respeito pelo pluralismo e a liberdade individual, sob limites normativos (estatutos e regulamentos) ”.

O texto que originou a polémica é da autoria do professor Luis Suárez e, segundo as críticas que têm surgido, sofre de falta de rigor científico porque o autor tem uma clara simpatia pela figura de Franco, e não menciona, por exemplo, as dezenas de milhares de vítimas do franquismo.

Luis Suárez, sublinha o “El País”, é presidente da Irmandade do Vale dos Caídos e está ligado à Fundação Francisco Franco, o que lhe permitiu um acesso privilegiado a documentação relativa ao ditador, facultada pela filha deste, Carmen Franco – ditador é, aliás, uma palavra que Suárez se tem recusado a utilizar nas entrevistas que tem dado sobre o assunto.

A Real Academia tem sido criticada pela forma como são escolhidos os autores das entradas do dicionário, uma obra de 50 volumes (dos quais foram lançados 25 na semana passada) com 850 páginas cada. Historiadores respeitados que não pertencem à Academia não participam na obra, porque os membros da instituição podem escolher o assunto sobre o qual pretendem escolher, processo que levou Suárez a escrever a entrada sobre Franco.

in Público